domingo, 2 de dezembro de 2012

Dia Mundial de combate ao HIV



No dia 01/12/2012 comemoramos o dia mundial de combate ao HIV, realizando ações dentro e fora da unidade, foram coletadas amostras de sangue para testagem do HIV e Sífilis, realizado orientações e distribuição de camisinhas. As equipes se dividiram e ficaram em seus territórios.
O HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da aids, ataca o sistema iumológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4. A transmissão do HIV pode ser por via sexual, por utilização de sangue ou seus derivados, e  reutilização de seringas e agulhas.
O tratamento deve ser iniciado imediatamente após a descoberta, com medicamentos antirretrovirais. Mulheres grávidas contaminadas com o HIV têm 20% de chance de transmissão para o bebê quando não há tratamento, mas este número cai para menos de 1% caso a mãe siga as medidas preventivas e recomendações médicas.
A sífilis é uma doença infecciosa e contagiosa causada por uma bactéria: a Treponema pallidum. Ela é adquirida, principalmente, via contato sexual desprevenido, com parceiro infectado. Pode ser transmitida de mãe para feto: sífilis congênita.
Seus principais sintomas podem ser confundidos com o de outras doenças sexualmente transmissíveis. Assim, o diagnóstico confirmatório deve ser feito, buscando em amostras de sangue a presença de anticorpos anti-Treponema neste material.
A presença de ínguas na virilha e de pequenas feridas de bordas endurecidas e profundas, ambas indolores, são características da primeira fase. Essas manifestações surgem aproximadamente 15 dias após o contato com a bactéria e, entre três e seis semanas, desaparecem sem deixar cicatrizes. Em razão dessa última característica, o indivíduo pode acreditar que já se curou, deixando de fazer o tratamento.
Quando isso ocorre, após um período de latência que varia entre seis e oito semanas, a doença volta a se manifestar, afetando a pele e órgãos internos de acordo com o grau de comprometimento destes. Dores de cabeça e garganta, mal-estar, febre, além de perda de apetite e de peso são alguns sintomas. O surgimento de ínguas em outras regiões do corpo e lesões de pequeno diâmetro, róseas ou violáceas, planas e indolores são outras características da segunda fase desta DST. O indivíduo pode permanecer nesta por tempo indeterminado, podendo durar a vida toda.
A fase terciária é, na maioria das vezes, destrutiva e incapacitante. Ela consiste na evolução crônica da doença, apresentando sintomas relacionados aos órgãos mais debilitados por ela, podendo levar à morte.
Essas doenças são preveníveis, por isso a importância de realizar tais ações e do comparecimento da população nessas ações.








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